sexta-feira, 30 de abril de 2010

Crise de abstinência

Meu nome é Michele, tenho 22 anos e faz 1 mês que eu não... (choro). Desculpe! Continuando...
Estou na fase mais difícil do tratamento, as crises de abstinência vão e voltam numa intensidade descomunal. Tudo o que vejo e faço me fazem lembrar o meu desejo, meu vício, minha perdição. Às vezes, penso que é melhor morrer, tenho ímpetos de me matar, mas não consigo. Fico andando prum e outro da casa, abro todas as portas, fecho-as novamente, mordo meus dedos, meu corpo todo treme pedindo pro sofrimento acabar.
Estou desesperada, mas ninguém me ajuda! (Choro)


EU QUERO UM DOCE, PELO AMOR! EU PRECISO, ME DÁ?
VOU MORRER, SE NÃO COMER UM DOCE, EM 24 HORAS!

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Por que o sustentável não é o óbvio?


Com essa polêmica da hidrelétrica Belo Monte várias questões surgiram, principalmente sobre as variações de produção de energia (elétrica, eólica, maremotriz, térmica, solar, interna, nuclear). Uma que eu desconhecia é que lixo orgânico também pode gerar energia (não me ensinaram essa na escola).

O processo de geração de energia por tratamento térmico do lixo compreende duas fases: na primeira etapa, o lixo é separado, já que apenas matéria orgânica e resíduos não-recicláveis (papel e plástico que tiveram contato com matéria orgânica) são encaminhados para incineração. Esses materiais são, então, fragmentados e triturados num moinho, dando forma ao Combustível Derivado dos Resíduos (CDR). Na segunda etapa, o CDR é incinerado a uma temperatura de cerca de 1000 ºC e os gases quentes são aspirados para uma caldeira de recuperação, onde é produzido o vapor que aciona o turbogerador (com potência efetiva de 0,6 MW, por tonelada de lixo tratado). Os gases extraídos da caldeira são neutralizados por um processo de filtragem, com rotores que giram a 900 rpm e lavagem com água alcalina. Os gases limpos são, então, lançados na atmosfera. Já os resíduos inertes são arrastados para um decantador e podem ser aproveitados na produção de material de construção. "Com 150 toneladas de lixo por dia, é possível fabricar pisos e tijolos para 28 casas populares de 50m2 por mês", informa Saraiva.

Não seria perfeito? Livraríamos o solo dos aterros sanitários do nosso lixo de forma sustentável. E por que é tão díficil pro governo investir em iniciativas como essa? Ego político. Com as eleições por perto há que se correr em investimentos que sejam grandiosos, rápidos e baratos. O que me lembra a expressão "o barato sai caro"!

O Lula se mostrou vendido à burguesia capitalista ao declarar que construíria a usina nem fosse sozinho, ignorando a opinião pública, dos residentes da área a ser alagada, das experiências anteriores que demonstraram impactos sociais e ambientais desastrosos e a própria pesquisa de campo super mal feita da área para viabilizar a construção da usina, sem contar as dívidas que nós mesmos financiamos para que empresas privadas lucrem com a energia adiquirida.

Desde a faculdade aprendi que um país cresce de verdade quando o governo passa a investir em pesquisa. Sendo o Brasil um país tão privilegiado em fontes de geração de energia, não parece óbvio que o Governo deveria investir em projetos sustentáveis de geração de energia. Num primeiro momento poderia não ser financeiramente rentável, porém os impactos sociais e ambientais seriam evitados, tornando o país de certa forma mais igualitário e propenso ao desenvolvimento. Tais iniciativas tão positivas serviriam de modelo mundialmente. Quem sabe não conquistaríamos ao nosso planeta mais alguns anos de vida!

Com toda essa discussão a cerca da questão concluí que o Governo sempre se vende no fim na tentativa cega de perpetuar seu poder. A democracia é viável apenas quando se precisa ser ouvido, não é mesmo Sr. Presidente? Progresso a qualquer custo, mesmo que custe nossas vidas. No caso, talvez o impacto nem chegue às nossas casas num primeiro momento, sobretudo os sociais que ali mesmo permanecerão marginalizados, mas os ambientais cedo ou tarde chegarão e o Governo tentará maquiar Neverland em cima da represa para que não nos revoltemos contra ele e alienados assim continuemos.

Leia mais: http://www.socioambiental.org/esp/bm/index.asp

Leia mais: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/energia/conteudo_280524.shtml

quarta-feira, 28 de abril de 2010

6 cosas que no sabías de Mi

Por indicação do Rob Maia dou continuidade a esta corrente do MEME. Particularmente não sou adepta das correntes, sempre faço questão de quebrar, mas como esta não me diz que terei má sorte por 50 anos se eu não enviar à x pessoas dentro de 10 segundos, vou ser mais uma argolinha. Sem contar que é bem interessante!


1- Eu e os animais
Apesar dos meus post sobre querer matar gatos estou longe de ser uma assassina. Não sou nenhuma candidata ao Greenpeace ou tão convicente quanto a Luisa Mel, mas adoro os animais e a natureza, sou uma defensora da vida. Segundo minhas terapias é meu modo de pedir desculpas a mãe natureza, já que nem sempre foi assim.
Minha mãe conta que quando eu era bebê adorava lesmas, tanto é que quase comi algumas. O que me faz pensar se esse quase não é só pra livrar a culpa dela de me deixar por aí comendo lesm... quer dizer scargot, pensando bem é até chic, explica esse meu gosto refinado!
Maiorzinha, eu quis matar a Princesa, minha cachorra. Detestava cuidar dela, limpar o coco, dar comida, etc ela era do meu pai ele que cuidasse, mas sempre sobrava pra mim. Então eu pensei "vou envenená-la", eu colocava detergente na água dela, alvejante e tudo que era produto de limpeza. Claro que bicho não é tonto, ela nunca bebia a água, era mais fácil matá-la de sede, se bem que a água da privada estava bom tamanho pra ela. Dava um trabalhão pra tirar ela do vaso sanitário!

2- Convivendo com os rótulos
Convivi com os rótulos minha vida toda, quando criança me chamavam de gorda. E eu era mesmo, coincidência ou não eu só tinha amigas mais gordas do que eu o que fazia com que o foco não fosse mais a minha gordura. Por outro lado quando eu dançava axé (meu passado me condena!) eu arrasava, abusava dos passos super insinuantes, tive sorte de não ser vítima de pedofilia ou o fato de ser gordinha ajudava a dar uma broxada na rapaziada. Na escola era considerada a CDF, por causa das minhas super notas e pelo meu jeito quieto. Eu não concordava, nem era tudo 10 e eu só era quieta porque só acordo pra vida depois das 17horas. Na boca dos outros fui muita coisa, freira, sapatão, vagabunda, depressiva, brava, rica, maloqueira, gulosa, asanhada, metida, tonta, espertalhona etc.
Da gorda à super gata de hoje (não sou eu falando, tá) passei pelo esteriótipo de santa e de safada das formas mais extremistas e equivocadas que se possa imaginar. Por isso que sempre digo sou sem vergonha, mas tenho muito juízo!

3- A noite do meu primeiro beijo
Estava na balada, segunda vez que eu ia, os garotos toda hora me intimavam e eu sempre negava. Primeiro um gatinho lindo me parou, mas eu fiquei com medo e fui embora. Até que pensei quem está chuva... outro me puxou pelo braço e corajosa fui, sem enxergar nada com a iluminação da pista. De repente, deu um clarão e pelo amor o trem era desprovido de beleza demais da conta, mas era só conhecer, né. Quando penso que não, o gatinho que chamou da primeira vez era amigo desse e chegou chegando como quem dizia "sou o primeiro da fila", daí não vi mais nada... já estava beijando o rapaz. Foi bem estranho, tão estranho que eu sai fora e deixei o gatinho lá, até hoje não sei o nome dele, nem lembro da cara dele. Ainda bem, porque depois (na mesma noite) acabei ficando com outro (que bem feito pra mim, foi horrível) e certamente ele deve ter visto. Que vergonha!

4- Amizade
Não sou uma boa amiga. Pelo menos não no sentido que todo mundo gosta, daquelas que vai na casa, conta todos os segredos e fica de fofoca e frescura no cabeleleiro, mas claro que precisou não precisa nem chamar que já estou lá.
Pra começar não tenho amigas, as que tinha dei adeus porque eram falsas demais e pra ser sincera não sinto falta. A maioria das minhas amizades é masculina (justamente porque não sou fresca, leia "O tempo em que eu era sapatão"), sempre foi assim e hoje posso dizer que é praticamente unânime. Sem contar que as gurias não vão muito com a minha cara, porisso, onde estiver um algomerado de machos a Mi está lá no meio, aliás por isso mesmo acabei com as amigas, um bando de interesseiras que quando não precisavam conhecer nenhum dos meus amigos me descartavam como um guardanapo de papel. Os homens são melhores amigos, isso claro quando não tem terceiras intenções, porque segundas eles sempre tem!

5- Crença no Amor
Eu não acreditava em Amor há 3 anos atrás, tinha meus rolos que logo enjoava e sempre deixava os caras meio doidos. Se bem que eu sai com muito cara psicopata! Em 2007, conheci a pessoa mais incrível do mundo que me ajudou a ver a vida, vivendo por mim mesma e não pelos outros. Eu estava numa fase em que se eu saísse de casa e não bebesse até virar o zóio era como se eu não existisse, todos gostavam quando eu bebia, porque eu ficava mais engraçada. Já havia conhecido caras que não bebiam, mas ele foi o primeiro que vi defender essa conduta de forma tão clara e tão segura. Isso me chamou atenção e eu lembrei que eu sempre fui engraçada, não precisava beber pra isso. Graças a ele ainda bebo, mas com moderação.
Ele me intrigou desde o começo e eu não conseguia descobrir o porque, ficamos e foi horrível, e mágico ao mesmo tempo. Eu não sabia o que estava acontecendo comigo e tive muito medo. Só descobri o que eu sentia quando ele começou a namorar outra pessoa, não fiquei triste porque eu sentia que não poderia fazê-lo feliz e ela sim. Tentei esquecer, mas como nos víamos todos os dias e não havíamos deixado de ser um casal apesar das circunstâncias o que eu sentia só ficou mais forte. Até que não deu mais e eu acabei contando tudo o que se passava em mim. Ele ficou confuso pra caramba, porque também me queria, mas tinha compromisso com outra pessoa e sei lá gostava dela também. Jamais exigiria que ele escolhesse entre as duas e como nunca achei que fosse digna da pessoa dele só queria uma noite em que ele fosse meu. Passamos meses sonhando e imaginando uma coisa que nunca aconteceu. Até hoje não sei porque ele me deixou na mão, ainda estou em reabilitação, penso nele todos os dias e em como eu o amei demais (e quando digo demais me refiro às Mulheres que amam demais anônimas). Meu maior bem, mas também meu mal. Cedo ou tarde eu me recupero, já tenho plena consciência de que não o perdi, mas que aprendi e ganhei muitas coisas das quais algumas ele me ensinou, outras Deus queria que eu visse. Aprendi a me valorizar de verdade e que eu sou muito mais do que eu pensava que fosse e ainda que posso ser o que quiser.

6- Eu já fui tiete
Vamos suavizar o papo? Ahhh, quem nunca teve um ídolo? Aff... já estou me justificando! Bem, na primeira fase de sucesso do Latino fiquei doente porque queria um disco dele. "Oh, baby me leva, me leva que o futuro nos espera..." Apesar de eu ser bem mimada minha mãe nunca foi de ficar agradando muito com presentes fora de hora, como a febre não cedeu ela comprou uma fita cassete que até hoje não sei que fim teve.
Mas fã mesmo eu era do grupo Karametade. Rompi relações com o vocalista Vavá quando uma fã que não tinha os braços ganhou o direito de passar o dia com ele no programa Domingo Legal. Até chorei esse dia, achei injusto ela estar no meu lugar.
Claro, que hoje em dia eu não gosto mais dessas coisas. Tá bom! Eu gosto do Belo, não dele só das músicas. Mas não conta pra ninguém, tá!


E os indicados ao MEME são:
Adalberto Guimarães
Jameson Martins
Bala Laika
Tadeu Filipini
Paulo
S. Albano

Se por acaso já tiverem sido indicados informo que estão sendo reindicados, oras!

terça-feira, 27 de abril de 2010

Vai achando que toda pimenta é doce!


Aqui em casa o que não falta é pimenta. Meu pai não pode ver que já vai comprando a garrafada da dita cuja, outras vezes ele mesmo prepara e guarda lá com os outros condimentos. Sendo eu a cozinheira-chefe não estou livre de sem querer confundir o vinagre com a garrafa de pimenta, graças a Deus nunca aconteceu de chegar a temperar a alface com pimenta.Particularmente, não sou muito fã desse tipo de fogo. Lembro do meu primo que adorava chupar dedo e pra parar de uma vez com essa mania, minha tia passou pimenta no dedo dele, deu certo até o dia seguinte, quando ele tomou banho e o gosto saiu. Uma pimentinha do reino eu até arrisco, embora eu sempre troque pelo orégano. Ou então a pimenta doce, uma bem verdinha pequena e gordinha, na esquina de onde eu morava tinha uma horta com um pé dessa pimenta e sempre que ia pra escola primária pegava uma e ia comendo como se fosse um doce.

Essa é a pimenta doce Cambuci, docinha que dá gosto!

Claro que hoje eu dancei na pimenta, peguei na garrafa sem querer e em vez de lavar as mãos como sempre faço fui pra correria do fogão, que a panela já estava quase pegando fogo, e como cozinheira sempre tem que se saber se a comida está no tempero certo, fui com o dedão na boca. De repente deu calor, meu buço começou a arder, arder, arder. Fui direto pra pia lavar, passei suco bem docinho em cima e saiu até uma fumacinha! Vai achando que toda pimenta é doce!

Peter ou Pennis Pepper - Ardência 40.000 scoville

Chocolate Habanero, chocolate só no nome, pois além de rara é uma das mais ardidas!
Ardência 580.000 scoville

É um tomate? É uma cereja? Não, é a Pimenta Cherry Bomb!
Ardência 10.000 scoville

Cumari, dizem que passarinho adora, por isso é colhida ainda verde!
Ardência 30.000 a 50.000 scoville

*A escala Scoville foi criada para poder estimar com precisão o quanto uma pimenta pode ser ardida. O processo é científico. A pimenta contém a capsaicina, que é um componente químico que estimula os termoreceptores da pele, sobretudo nas regiões de mucosa. Assim, quanto mais capsaicina houver, mais quente é a sensação.
O valor é dado baseado na dissolução da pimenta e seu princípio ativo.
Assim, uma pimenta que leva nota 200,000 ou mais, indica que ela poderá ser diluída 200.000 vezes até que seu princípio ativo não seja mais percebido.
A pimenta mais ardida do mundo é Naga Jolokia originária da Índia com 855.000 scoville de ardência.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

O tempo em que eu era sapatão


Cheguei da minha corrida-caminhada e fui direto pra padaria e pra minha total insatisfação os pães haviam acabado. Mas também não é isso que eu ia relatar, foi só pra desabafar ahauahauahuh! Bem em frente a padaria, quem eu encontro depois de sei lá quanto tempo? Sabe aquele garoto chato que adorava te humilhar e encher sua paciência na época da escola? Era esse mesmo. Senti um certo olhar de cobiça quando ele me viu, o que me fez lembrar a fama que ele e seus amigos promoviam a respeito da minha sexualidade na 7ª série.
Eu sempre fui meio moleca, marrenta e na época adorava falar palavrão, um típico garoto de rua! Eu não ligava muito pra esse negócio de beijar na boca, ficar bonita usando maquiagem e sainha curta. Meu estilo era um tênis enorme com uma calça maria-joão, que naquele ano ainda era uma moda restrita às sapatonas e a camiseta-uniforme da escola, babylook era a morte! Com todo esse ar masculino era fácil criar amizade com os meninos, no entanto nenhum deles queria ser visto muito íntimo de mim. E confesso que era estranho quando tentavam me agradar.
Lembro que certa vez esse moço que vi hoje virou pra mim e elogiou de um jeito bem ogro (totalmente sem jeito) como minhas unhas eram bonitas, realmente a manicure eu nunca descuidei. Ele sempre me xingava, me humilhava porque eu era feia e quando ele soltou uma dessa fiquei desconfiada, nem respondi, mas depois vi que ele tinha sido sincero do mesmo jeito com que me olhou hoje.
E ainda teve a vez que eu escandalosamente pedi ao professor para ir ao banheiro, ele e seus companheiros questionaram se eu fazia xixi em pé ou sentada ahuahauahauahuah. Tenho que admitir eles eram bem criativos, mas eu nunca fui de ligar para que os outros pensam, por isso, fingi que não ouvi e não mudei tão cedo.
Bem ou mal a culpa não era deles até minha mãe uma época achou que eu era lésbica, segundo ela eu não tinha um namorado e vivia pra cima e pra baixo com uma amiga. Claro que aqui já não havia tantos motivos pra duvidar da minha heterossexualidade, eu já sabia andar que nem uma mocinha (de rua, mas mocinha), minha mãe adora deboxar mesmo!
Hoje entendo o que sou, estou mais pra um homem-honorário, meu lado masculino é bem aflorado, porém é gay ahuahauahuh! Adoro um assunto de homem, tenho uma personalidade um tanto rude, mas também sei ser mulher e feminina! O lado sapatão ficou lá atrás nas brincadeiras de crianças, quando alguém (tipo eu) sempre tinha que ser o pai.

*Sem cotar que o dito cujo do rapaz está lindo demais, eu até dava uma chance!

domingo, 25 de abril de 2010

Cortando a pedicure


Sábado é dia de manicure e pedicure. No primeiro item eu até me viro, mas pedicure... só Jesus salva! Mas como ele está muito ocupado (com coisas muito mais importantes) e como a grana "tá curta" pra ficar pagando a tia da pedicure, se não tem tu vai tu mesmo. E lá fui eu achando super fácil, peguei o alicate super afiado e mandei ver na cutícula. Eu não olhei, mas meu freezer deve estar bem cheio de bifes, porque o que sangrou meu dedo não está escrito no script.
E a moral da história é que se você quer uma coisa bem feita, pague. Estou que sapato chic tipo scarpin, peep toe e cia. não posso usar, ambos os dedões estão prejudicados. A unha está bonita super bem feita, mas aperta um pouquinho pra ver perigoso até cair!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Mudando meu astral


Solidão (Ai, essa palavra é tão pesada, lê-se saudades), chuva e ócio. Me chamem de consumista, mas só roupa nova pra levantar o meu astral. Estava tão triste... foi só minha mãe chegar com uma sacolinha do shopping que fiquei feliz de novo. Quase que não terminava minha poesia depois dessa (confira). O bom superou o mal-humor, ao menos por hora.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Filho de uma... gata, devolve meu peito


Coloquei o peito de frango pra descongelar e ainda agorinha fui lá ver se poderia guardar na geladeira. E surpresa! Estava faltando um dos peitos. Tenho certeza que foi aquele gato filho de uma gata. Só se ve as formigas seguindo o rastro da carne.
Eu não sei o que fazer com esse gato, antes era o do vizinho que vivia fazendo caquinha no meu quintal, agora é esse que ainda uns dias era um filhotinho super fofinho e arisco. Eu não mimei ele, não dei comida, nem água, nem cheguei perto, por isso mesmo acho que ele resolveu me roubar! Filho de uma... gata!

NÃO ABANDONEM OS ANIMAIZINHOS NA RUA, PROCUREM POR UM ABRIGO OU COISA ASSIM PARA QUE NÃO VIREM DELINQUENTES, LADRÕES DE CARNE.

Celular, o reencontro



Sempre que eu perco alguma coisa o encontro nos lugares mais inimagináveis. Tive a capacidade de perder meu celular dentro da minha própria bolsa!

*Leia "Cadê meu celular?"

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Cadê meu celular?


Considerando que hoje é quarta e que sábado à noite foi a última vez que usei o celular, que por sinal estava quase sem bateria, a matemática nos permite dizer que meu celular está perdido pelas ruas da cidade passando frio e fome faz 4 dias.
Muita gente tem o celular como se fosse uma peça de roupa íntima ou um orgão vital, na minha vida o celular serve mais pra ver as horas do que qualquer outra coisa. E como horário não é comigo, somente hoje me dei conta que ele desapareceu. Poxa, ele é velho, está todo arranhado, não filma e nem tira foto, não tem crédito e uma das teclas não responde, me arrisco a dizer que ninguém ia roubar!
Já perdi ele antes, é verdade! Numa das vezes ele estava debaixo do sofá na parte interna, não tenho nem idéia de como foi parar lá, se não fosse o toque nunca encontraria. Porém, nesse caso o toque não ajudaria, já que a bateria já era. Meu plano era recarregá-lo assim que chegasse em casa ou quando eu finalmente me lembrasse. Nenhum dos momentos aconteceram, minha irmã que vive atrás dele que perguntou agora e em vez de estar na minha bolsa como eu o deixei só encontrei nada. Mas quem sabe ele resolve parar de brincar de pique-esconde e volta pra casa!

O bife de cada dia nos dai hoje


Depois de dois anos na base dos grelhados e cozidos tive a iluminação do bife do frito! Resolvi abolir as frituras porque é um saco aquela gordura espirrando na minha cara, não me fez falta. Mas hoje, minha mãe me convenceu a fritar o bendito bife pra dar uma variada no cardápio (e agradar meu pai o que ela não quis confessar, mas eu sei). Quando peguei um pedacinho pra saber se estava bem frito devorei o bife todo. Bem temperadinho, suculento, fininho e macio uma das coisas mais gostosas que já comi na vida! Como fiquei tanto tempo sem essa maravilha?


terça-feira, 20 de abril de 2010

Concurso Cultural do diHITT: Eu mereço um netbook!

Com início em 19 de abril, e término dia 28 de maio próximo o Concurso Cultural diHITT:
Eu mereço um netbook!
Por que eu mereço ganhar um netbook?



Pergunta muito simples de responder, mereço um netbook porque sou obrigada a dividir um pc da era dos dinossauros com minha irmã. É um saco, porque o pc fica no quarto dela, ou seja, passar a madruga me divertindo na net é imposssível. Além disso, meu tempo pra navegar nas notícias veiculadas no diHITT fica muito restrito. São apenas 4 horas diárias, se eu estiver com sorte, sendo 1h30 de manhã (de quinta a sábado) e 1h30 à noite, a outra hora que sobra fico esperando a página carregar. Fora quando trava tudo e sou forçada a reiniciar o computador. Mal tenho tempo de organizar minha vida virtual, bem como a ligação dela com a minha vida real, são muitos logins pra fazer, muitas páginas pra atualizar, muitas notícias pra filtrar. Pra transformar notícia em conhecimento leva um certo tempo (e eu preciso ganhá-lo) e privacidade, claro! Então me deem o netbook e fica tudo certo!

Eu  mereço um Netbook

Concurso Cultural diHITT: Eu mereço um netbook!,
Quer ganhar um netbook? Diga-nos porque você merece um.
A pessoa que escrever a melhor resposta vai ganhar um Acer AspireOne.
Leia o regulamento e capriche na resposta!

Regulamento do concurso: Eu mereço um netbook!
1. Escreva em seu blog e envie para o diHITT porque você merece um netbook.
2. Envie a o link da resposta para o diHITT E coloque a frase “Eu mereço um notebook!” como tag/palavra chave.
3. Os participantes deverão ajudar a divulgar o concurso com um dos banners disponíveis (copie e cole o código de um dos banners no seu blog).
4. Critérios de avaliação: Os textos serão avaliados segundo a sua qualidade e originalidade. Além disso, a criatividade do texto enviado também será considerada.
5. Vamos avaliar também a repercussão do texto por outros critério, como: Votos, comentários e retwitts (Usar a hashtag #promodihitt ao enviar o link para o Twitter)
6. As respostas serão votadas como notícias comuns e os votos, comentários e retwitts contarão pontos para a decisão final do vencedor.
7. O concurso se inicia em 19 de Abril de 2010 e termina em 28 de maio de 2010.
8. O resultado será divulgado no dia 31 de maio de 2010 no endereço http://www.dihitt.com.br/blog
9. O prêmio para o primeiro colocado será um NETBOOK ACER Aspire One
10. O vencedor deverá passar suas informações de endereço para envio da premiação, dentro de no máximo 2 semanas.
11. Caso o vencedor não se manifeste, o segundo melhor colocado será premiado e assim conseqüentemente.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Procurando emprego

-Alô!

-Michele?

-Sim.

-Estou com uma vaga aqui na nossa empresa e queremos saber se você está interessada em marcar uma entrevista conosco.

-Claro, estou sim.- e eu ia entregar currículo à toa?- Quando é a entrevista?

-Hoje, 13:30h da tarde.

-Hoje às 16:30h

-Amanhã às 14h você está disponível?

Ao desligar o telefone a euforia toma conta e eu já começo a viajar na maionese... Imagino que já estou trabalhando no lugar, invento mil tarefas e 200 mil soluções para problemas que ainda nem existem. Me arrumo toda como se fosse à um casamento, em cinco minutos é possível olhar pro relógio 50 mil vezes. Quando chego ao local da entrevista a imaginação e a esperança tomam conta de vez, fico analisando as pessoas que trabalharão comigo, os clientes que entram e saem e o próprio lugar. Onde será o meu local de trabalho? Fico procurando... até me chamarem para a temida entrevista.
A maioria das pessoas ficam nervosas durante a entrevista, eu não. Pra mim é como uma conversa de bar entre duas pessoas que não se conhecem, mas que estão afim de se conhecerem. E lá eu invento mil qualidades minhas, que são mais verdadeiras do que parecem, falo das minhas poucas experiências e (sem querer) deixo transparecer o meu pesar por (ainda) não atuar na área da educação, me posicionando diante da vaga à qual me candidato a uma distância ainda mais longe do meu objetivo (tanto de lecionar, como de conquistar o emprego em questão) Percebo que este fato balança o contrante quanto a me empregar ou não, os olhos deles dizem "essa garota vai me deixar na mão". Preciso trabalhar, mas também não vou mentir. Não vejo a hora de estar no meio dos meus pimpolhos ensinado o ABC e continha de vezes!
Contudo ainda há luz no fim do túnel, as duas ultimas entrevista me deixaram animada. Consideraram a hipótese da minha saída pra área da educação como algo construtivo e não como empecilho pra vaga em questão. Ambas na área de vendas (que, cá entre nós, eu detesto), mas que por se tratar de lidar com pessoas pode vir a ser satisfatório pro meu crescimento pessoal. Já está, porque as entrevistas e testes são muito legais e construtivos. Torço pra que uma delas não me ligue, por se tratar de um emprego temporário, de uma loja que eu não sou muito fã e porque estou interessada na outra. Sabe quando você já se vê lá? O problema é que a primeira dará a resposta amanhã pra começar no mesmo dia e a segunda (minha preferida) disse que em quinze dias tem uma resposta. Não sei se posso esperar. Oh, dúvida cruel!

*Só é uma pena não poder trazer pra casa a redação dos testes, ficaram tão incríveis!

quinta-feira, 15 de abril de 2010

The book of Eli

You heard that? ...Wait



Só quem assistiu sabe do que eu estou falando. Faz tempo que eu não via um filme de ação de pura emoção, saí do cinema com falas e cenas decoradas. O que era pra ser só mais filme de ação sem sentido acabou virando uma aventura de muito suspense e adrenalina, valeu a pena esperar o 10 minutos de história nenhuma.

*Não vejo a hora de assistir o Remake de Karate kid

terça-feira, 13 de abril de 2010

Em briga de cachorro grande, quem mete a mão acaba mordido.


-Galera é melhor a gente correr!
-O negão tá vindo.
-Ah, lá.
-Vai arrancar seu couro, baixinho!
-Quem disse que eu tenho medo desse...
-Que foi baxinho perdeu a voz?
-Sai fora eu não to afim de brigar.
-É negão corre atrás de alguém do seu tamanho.
-Fica na sua, cachorra. Nada de defender o namorado, até porque você vai embora comigo.
-Pra trás, meu bem.


-Oh, Meu Deus!
-Eles vão se matar.
-Ah, que dó!
-Parem de brigar, ahhhhhhh!
-Não, parem!


-Aauhauahuah adorei a diversão. Vamos Gracinha!
Gemidos de dor.
-Desculpe, querido!
-Cadela! Ai, ai, ai...


-Coitado, todo machucado.
-O outro até saiu sozinho, agarraram no pescoço dele, ta todo estrupiado.
-Tamém óia o tamanho daquele, quase dois metros de altura.
-As pessoas são muito irresponsáveis, pegam os cachorrinhos e depois larga na rua.
-Ficam doentes, pegam raiva, se matam e quem é que vai separar?
-Dá muita dó!

*Baseado em fatos reais, aconteceu hoje.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Observando as pessoas e as relações

Saí pra procurar emprego (Aleluia!) e claro que não fiz só isso, uma oportunidade a mais pra fazer o que faço melhor: observar.
Peguei o busão (fazia tempo que não entrava em um) e fui assaltada. R$2,50 a viagem, isso é um roubo! Lembro quando eu era criança e nas raras ocasiões em que tínhamos dinheiro pagavámos R$1,00 por pessoa e com o direito de ser divertido. Olhei de soslaio pros passageiros do bus. Algumas moças supermaquiadas, de óculos escuros com o olhar fixo em um ponto qualquer, poderia até pensar "nossa, que metidas!", mas a maioria ali estava assim. Às vezes o silêncio era imterrompido por um "oi, tudo bem!" das pessoas que já se conheciam, mas logo se calavam e só se ouvia o ronco do motor da Mercedes Benz.


Fora da frieza matinal do bus vi duas moças conversando no banco da praça, riam e conversavam e aí riam de novo. Cortei o ânimo delas ao sentar-me no banco ao lado procurando o endereço do meu destino... Com uma igrejona na minha frente não resisti e fui até lá. Linda, parecia um palácio! Acho que uma das mais antigas por aqui (muitas palavras nas paredes eram em latim), não acreditei que só tinha ido lá uma vez. Haviam seis pessoas, sendo que uma era o selador e seriam sete se contasse comigo, cada uma rezando bem longe da outra. Um deles veio rezar bem pertinho de mim, no banco de trás, mas me senti incomodada ouvindo a reza do tio, então levantei e fui em direção ao sacrário. Rezei.

como uma criança

Arte e espiritualidade a parte era hora de bater nas portas e deixar meu curriculum vitae. O que não me impediria de continuar observando. Nunca vi tanta pracinha num só dia, no banco de uma delas havia um senhor com um buquê de rosas esperando alguém, quase fiquei ali pra ver sua pretende receber o presente. "Professor Girafales!" "Dona Florinda!"...


Na volta peguei o bus de novo e o ar era diferente, me senti metralhada pelos olhares dos passageiros parecia que todo mundo queria vir me falar. Mas ninguém veio, só olharam. Desci na biblioteca pra conferir o jornal do dia e encontrei lá um garoto que era meu vizinho, mas que conheci só quando fiz estágio na escola que ele estudava. Ele me olhou, achei que ele não fosse me cumprimentar, depois olhou de novo como quem confere e disse "oi". Quando saí, já lá adiante ele, me gritou lá atrás "Tchau, Mi!" com o mesmo apego e aprezo com que me tratava quando estávamos na escola. Fofo demais! É bom saber que somos inesquecíveis ao menos pra alguém.
As relações são assim, certas vezes temos medo de iniciá-las achando que nos fará algum mal quanto as relações que já temos ou que será trabalhoso demais relacionar-se com mais alguém. Mas no instante em que nos arriscamos e nos damos a esse luxo de alguma forma nos tornamos perfeitos, não eu, mas juntos e só juntos nos tornamos perfeitos e tudo que queremos é viver essa relação por quanto tempo pudermos.

*Quanto ao emprego no mesmo recebi um telefonema marcando uma entrevista. Seja o que Deus quiser!

domingo, 11 de abril de 2010

A abertura da bunda

Você acha que em pleno domingo de manhã cedinho eu vou ficar reparando na minha bunda? Claro que não, eu não vou ficar caçando, muito menos examinando o rasgo da minha bunda. Por isso mesmo, acabei de ter uma bela de uma surpresa!
Cheguei em casa pra almoçar, sentei no sofá e fiquei lá até acabar o filme, levantei e passei a mão no popo despretenciosamente e... se fosse um buraquinho tudo bem, mas estava um arrombo enorme na minha bunda. E o pior e mais incrível é que não tenho idéia de como aconteceu. Quem nunca saiu com bunda suja depois de uma arte mal organizada? Ou mesmo um furinho mais proeminente com umas esfoladinhas em volta? Todo mundo, eu acho! Mas um rasgo de fora a fora (como diz a mamãe) e nem se lembrar como se deu o fato é coisa que não se entende.Aí eu não sei se sai de casa assim ou aconteceu depois que cheguei, então se viram minha bunda de fora não creio que seja correto afirmar, porém fica a dúvida porque nenhum ventinho gelado no bumbum eu senti.


sexta-feira, 9 de abril de 2010

Manias e esquisitices


Tudo bem todo mundo tem suas manias e esquisitices, não é nenhum pecado. Contudo, consegui me superar. Uma das minhas manias mais frequentes é entrar em tudo que é igreja e biblioteca e ficar analisando a arquitetura, os objetos que constituem o lugar, quem entra, quem sai e nisso levo horas e horas lá dentro. Só que hoje de manhã enquanto caminhava em direção ao Jornal Diário da cidade passei em frente ao um cemitério, me invadiu uma vontade imensa de entrar e cortejar as lápides e mausoléus. Eu já havia feito isso antes, mas foram em ocasiões da morte de parentes e como estava lá não custava nada. Daí a entrar lá como se fosse um passeio, sem ser gótica nem nada... achei demais e resisti. Rodeei o muro do cemitério em conflito, de um lado minha reprovação quanto a existência de cemitérios (pra quem está morto tomam muito espaço, não acha?) e do outro minha reverência e admiração pela estética das esculturas e construções.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Um modesto ensaio sobre a frustração

"Por que comigo?"

"O que eu fiz pra merecer isso?"

Quem nunca se perguntou ou interrogou Deus com tais questões? Uma pergunta retórica que procura alucinadamente, em meios aos próprios pensamentos, por uma resposta idiota que seja, mas que ao menos faça algum sentido pro rumo inesperado que a vida vez por outra toma.
O sentimento de frustração é certo e não raro nos apegamos naquelas frases prontas que os pais dizem quando somos crianças "agora você provavelmente não entende, mas quando crescer nos dará razão". Na cama, enrolados como um feto, derramando algumas (ou inúmeras) lágrimas, quem sabe, repetimo-nos vinte mil vezes que tudo vai dar certo! Logo em seguida com um rompante de lágrimas e soluços dizemos que é impossível esquecer ou superar, que a vida acabou, por isso, não tem mais sentido continuar... Não, ninguém vai se matar. Melhor afastar os pensamentos ruins.
Certa vez ouvi que o cérebro não convive com a dúvida, uma explicação mais do que sensata para o efeito que a frustração tem sobre nós. Enquanto não nos convencemos, com um argumento convincente, de que era pra ser assim, que não perdemos e se perdemos ganhamos muito mais, não paramos de nos torturar, rever todas a táticas de ataque fracassadas, se torturar, se torturar... Aquela velha história do outro lado da moeda, fica meio perdida nesse devaneio! Tem uma razão pra certas coisas não acontecerem, não as merecemos. Doeu, né? Dói mesmo, eu sei, mas passa.
Aliás, só passa quando entendemos a razão e mesmo que não concordemos, após saber agir como se não soubesse é impossível, portanto é a melhor hora pra mudar de atitude. Deixe o chocolate e vá fazer uma caminhada, se tiver vontade de só deitar e chorar o dia todo sorria mesmo que seja por demais forçado, não ande por aí encurvado de olhos baixos. Vai parecer milagre, se sentirá bem, mesmo com a ferida ainda aberta e latejando. Depois vem as reflexões sobre como a vida era, como está e como se deseja que seja, e assim como uma terapia, o humor vai se moldando às suas atitudes, um sorriso antes forçado agora já é natural e verdadeiro.
Em suma, o cérebro atenderá ao que dita nosso corpo. Pois, nosso corpo transmite nosso pensamentos conscientes e inconscientes, se está díficil mudar de pensamento mude primeiro suas atitudes. A partir daí tudo fica muito claro...
*o que estava lendo: Weil, Pierre; Tompakow, Roland - O corpo fala (2001)


terça-feira, 6 de abril de 2010

Eu sou páreo duro



Yeah yeah yeah Yeah yeah yeah
Yeah yeah yeah Yeah yeah yeah
Oh yeah yeah yeah Oh yeah yeah yeah
Oh yeah yeah yeah Oh yeah yeah yeah
Oh yeah yeah yeah Oh yeah yeah yeah
Oh yeah Oh yeah


They can say whateverEles podem dizer o que for
Imma do whatever Eu farei o que eu quiser
No pain is forever Nenhuma dor é para sempre
Yup Yup!
You know this Você sabe disso


Tougher than a lionMais resistente que um leão
Ain’t no need in tryin’ Não custa nada tentar
I live where the sky ends Eu vivo onde o céu termina
Yup Yup
You know this Você sabe disso


Never lyingNunca minto
Truth teller Defensora da verdade
That Rihanna reign just wont Que o reinado de Rihanna simplesmente não vai
Let up Acabar


All black onToda de preto
Black top Sombra em tom
Shades Escuro
Blacked out Maybach Carrão preto


Imma rock this shitVou detonar esta merda
Like fashion Como a moda
Does itComo se estivesse indo pra área da gang
Going till this thing stop


And myE meu
One way never looked so clear Caminho nunca foi tão claro
But the hottest bitch Mas a puta mais sensual
In heels right here De salto alto está bem aqui


No fearSem medo
And while your getting your E enquanto você está pegando suas
Crap on Merdas
I’m getting my flat on(?) Estou comprando meu apartamento


SincereSinceramente
I see you aiming at my pedestal Eu vejo você almejando meu pedestal
I better let you know É melhor que você saiba


That I, I, IQue eu, eu, eu
I’m so hard Eu sou páreo duro
(so hard) (páreo duro)
Yeah yeah yeah Yeah, yeah, yeah
I’m so hard Eu sou páreo duro
(so hard) (páreo duro)
That I, I, I Que eu, eu, eu
I’m so hard Eu sou páreo duro
(so hard) (páreo duro)
Yeah yeah yeah Yeah, yeah, yeah
I’m so hard Eu sou páreo duro
(so hard) (páreo duro)
That I, I, I Que eu, eu, eu
I’m so hard Eu sou páreo duro
(so hard) (páreo duro)
Yeah yeah yeah Yeah, yeah, yeah
I’m so hard Eu sou páreo duro
(so hard) (páreo duro)
So hard Paréo duro
So hard Paréo duro
So hard Paréo duro
So hard Paréo duro


(Yeah yeah yeah)(Yeah yeah yeah)
That Rihanna reign Que o reinado de Rihanna
Just won’t let up não irá se entregar
(Yeah yeah yeah) (Yeah yeah yeah)
That Rihanna reign Que o reinado de Rihanna
Just don’t let up não irá se entregar
(Yeah yeah yeah) (Yeah yeah yeah)
That Rihanna reign Que o reinado de Rihanna
Just don’t let up não irá se entregar


So hardPáreo duro
So hard Páreo duro
So hard Páreo duro
So hardPáreo duro


All up on itTodos detonando comigo
Know you wanna clone it Sei que você quer plagiar
Ain’t like me Mas não é como eu
That chick too phony (Aquela mina que se exibe)


Ride this beat, beat, beatSiga essa batida, batida,batida
Like a pony (Como um pônei)
Meet at the top, top, top Me encontre no topo, topo, topo
Getting on it (Ganhando com isso)


Crew think they test me now(?)A galera acha que eles estão me testando?
Run through your town Corra pela sua cidade
I shut it down que eu vou desligá-la


BrilliantBrilhantes
Resilient Alegres
Fan mail from 27 million Mais de 27 milhões de correspondências de fãs


And I want it allE eu quero tudo
It’s gonna take more than that Vou levar mais do que isso
Hope that ain’t all you got Espero que não seja tudo que você tem


I need it allEu preciso de tudo
The money O dinheiro
The fame A fama
The cars Os carros
The clothes As roupas


I can’t just let you run upNão posso simplesmente deixá-lo
On me like that Montar em mim desse jeito
All on me like that pra cima de mim assim
Yeah Yeah


I see you aiming at my pedestalEu vejo você almejando meu pedestal
So I think I gotta let you knowEntão é melhor que você saiba


That I, I, IQue eu, eu, eu
I’m so hard Eu sou páreo duro
(so hard) (páreo duro)
Yeah yeah yeah Yeah, yeah, yeah
I’m so hard Eu sou páreo duro
(so hard) (páreo duro)
That I, I, I Que eu, eu, eu
I’m so hard Eu sou páreo duro
(so hard) (páreo duro)
Yeah yeah yeah Yeah, yeah, yeah
I’m so hard Eu sou páreo duro
(so hard) (páreo duro)
That I, I, I Que eu, eu, eu
I’m so hard Eu sou páreo duro
(so hard) (páreo duro)
Yeah yeah yeah Yeah, yeah, yeah
I’m so hard Eu sou páreo duro
(so hard) (páreo duro)
So hard Páreo duro
So hard Páreo duro
So hard Páreo duro
So hard Páreo duro
... ...
[Young Jeezy rap]


[Rap de Young Jeezy]

Vá com tudo ou vai pra casa
Volte pra sua residência
Logo os cães vermelhos darão a volta no quarteirão para os presidentes.
Eu costumava correr no meu quarteirão, como Obama fez.
Você não precisa acreditar em mim.
Vá perguntar pra minha mãe!
Você não poderia vir ao meu quarto que cheirava desodorante.
Parecia eu e dois meninos jogando casino, tentando vender.
Eles olhavam meu saco, eles não podem pagar.
Diga a eles pra devolver a minha parte,
Eles tentam me clonar.
Veja minha marca "Louis", Bandeira Louis, Moldura Louis, Cinto Louis.
O que fazem? Louis Juba!
Eu estou em uma festa branca vestido de preto, como o meu novo relógio preto.
Chamá-lo de ataque do coração! A parada cardíaca, um pulso cardíaco.
Sim, eles dizem que são páreo duro, não são duros como dizem.
Duro! A única palavra que me descreve se eu não estivesse fazendo isso você sabe onde eu estaria.
Páreo duro!


Where them girls talking trash? Onde estão aquelas garotas falando besteira?
Where them girls talking trash? Onde estão aquelas garotas falando besteira?
Where they at? Onde estão?
Where they at? Onde estão?
Where they at? Onde estão?
Where them blah girls at? Onde estão os bloggers?
Where them blah girls at? Onde estão os bloggers?
Where they at? Onde estão?
Where they at? Onde estão?
Where they at? Onde estão?
Where your lighters at? Onde estão os seus isqueiros ?
Where your lighters at? Onde estão os seus isqueiros ?
Where they at? Onde estão?
Where they at? Onde estão?
Where they at? Onde estão?
So hard Páreo duro
So hard Páreo duro
So hard Páreo duro
So hard Páreo duro
That I, I, I Que eu, eu, eu
I’m so hard Eu sou páreo duro
(so hard) (páreo duro)
Yeah yeah yeah Yeah, yeah, yeah
I’m so hard Eu sou páreo duro
(so hard) (páreo duro)
That I, I, I Que eu, eu, eu
I’m so hard Eu sou páreo duro
(so hard) (páreo duro)
Yeah yeah yeah Yeah, yeah, yeah
I’m so hard Eu sou páreo duro
(so hard) (páreo duro)
That I, I, I Que eu, eu, eu
I’m so hard Eu sou páreo duro
(so hard) (páreo duro)
Yeah yeah yeah Yeah, yeah, yeah
I’m so hard Eu sou páreo duro
(so hard) (páreo duro)
So hard Páreo duro
So hard Páreo duro
So hard Páreo duro
So hard Páreo duro

Brasil abaixo de 0


E o frio pegou muita gente desprevenida hoje. No sudeste a temperatura miníma foi até de 10º durante a noite, no sul foi registrado até 5º com sensação de -10º abaixo de zero. Muito, muito louco! E com a chuva o frio fica ainda mais reforçado (e as enchentes muito mais recorrentes), segundo as previsões o outono/inverno brasileiro será de frio e umidade intensos.
Tem gente que gosta do friozinho, eu detesto! Exceto pra correr e caminhar.


"Ah, mas o frio é bom pra namorar." O caramba que é, beijar nariz gelado, pé de gelo encostando em você, resfriado (olha a gripe H1N1, se vacinem!), tosse e catarro... O meio e o fim da brincadeira até que é bom, mas começar é que é o problema!
Também não dá pra tomar banho direito, você fica olhando se a temperatura do chuveiro está ligada na chave certa e sempre está no máximo do quente. Aliás, tudo relacionado a água fica difícil, lavar roupa, lavar a louça, lavar as mãos depois das necessidades (mas tem que lavar, viu!) e até beber água é uma tortura. E o dia que inventa de lavar os cabelos, o dito cujo até congela durante o processo de secagem natural.


Pra mim o frio não serve pra muita coisa, se tem muito calor há que se dar um jeito, já no frio tudo fica mais difícil. O vento fecha as portas! A maioria fica enfiada debaixo das cobertas e o único exercício que faz é levantar a colher de sopa ou o copo de chocolate quente. Hummm! E que mal tem isso, né?! Nenhum, é que o que eu queria dizer é que ficamos mais fechados pro mundo lá fora. A impressão que tenho é que as pessoas pensam que não podem dividir calor, quando na verdade a divisão gera multiplicação, por isso existem as campanhas do agasalho.


E é cientificamente comprovado que o calor mais eficaz é o calor humano! Portanto as associações partem dessa idéia, não é que transar no inverno é mais gostoso, mas estar pertinho de quem a gente gosta que é. Ficar em casa com a família tomando um chocolate quente, no inverno, é um programão!

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Direitos no trânsito

Cara, como consciência é uma coisa que demora pra ser constituída! O povo aqui da minha humilde cidade (que omitirei pra evitar futuros constragimentos) do interior de São Paulo, a grande maioria não sabe o que é andar na calçada (inclusive eu), é até uma de nossas características assumidas e carimbadas. Anda todo mundo na rua, inclusive nas avenidas mais movimentadas.
Estava subindo pela rua, vinha uma turminha que acabara de sair da escola descendo e um carro atrás quase querendo passar por cima.


-Ah, olha o tamanho da rua- gritou a jovem estudante, balançando os ombros como se tivesse razão.
Eis, minha questão caros e caras, supondo que a meliante tivesse sido atropelada, teria ela razão perante ao Tribunal? Teria ela direitos perante a corte? Já que ela estava literalmente no meio da rua. Eu também estava, é verdade, mas estava bem mais pertinho da guia, qualquer coisa era só pular pra calçada.
Mas não adianta ensaiar justificativa, todos os *enses estão errados! Na guia ou na rua, não é lugar de pedestre. E só agora, depois de anos e anos andando só na rua que eu tiro uma conclusão óbvia dessa.

*Bora pra calçada galera!

sexta-feira, 2 de abril de 2010

É menor e quer treinar direção, eis a solução:


Para aqueles menores de idade que estão loucos para dirigir, cujos pais não deixam nem dar uma treinadinha, por razões óbvias. Descobri uma maneira equilibrada que não prejudicará pais, nem decepcionará filhos.
Flagrei um grupo de garotos aprendendo a pilotar moto no quintal da casa de um deles. A principio ficaram ressabiados com meus olhos atentos e curiosos, mas como já estavam com tudo em cima pra dar a partida, inclusive com um carona, mandaram ver pelo corredor estreito. O dono da moto ficava na espreita se não iam ralar a moto e eu ria junto com o piloto e co-piloto, claro que meu riso era de deboche.
Mas pensando bem é uma alternativa e muito segura. O dono da moto satisfez a vontade dos amigos sem dores de cabeça com apreensão do veículo e da carteira, sem (ou menores) riscos de acidentes e sem ser taxado como egoísta ou chato.

*Mesmo dentro do quintal de casa se dirigir, não beba!

Chocolate faz mal pro cérebro

Resolvi terminar ontem mesmo o confeito dos meus ovos. Quando acabei não suportava mais cheiro de chocolate, ver chocolate, tocar chocolate e qualquer coisa que fosse que envolvesse o bendito. Corri pro banheiro pra tirar o chocolate de mim, molhei a cabeça e não acredito o shampoo e o condicionador eram de chocolate. Não adiantou fugir.

Como se não bastasse fui dormir delirando. Sonhei que eu fazia um pão de batata com chocolate e ratos. E ficava uma delícia, deu até pra sentir o gosto! Não tinha gosto de rato (quer dizer, não sei nunca comi), nem de chocolate, só o gosto da bata mesmo. E foi a maior briga porque tinha que sobrar pão pra minha tia que logo mais chega de Portugal. E depois virei sonhando que tinham roubado os ovos, ou melhor comido e a Páscoa seria sem ovos só com dor de barriga.
Não sei, acho que não vou mais comer chocolate.

Que mentira! Como se desse pra resistir. Mas que fique registrado chocolate faz mal pra cabeça, exceto pros cabelos!

quinta-feira, 1 de abril de 2010

O acordo dos Ovos

Ontem fiquei muito chateada com minha mãe, ela desfez nosso trato de um mês atrás em que resolvemos fazer (ou melhor eu faria) nossos próprios ovos de chocolate. Como se não bastasse voltar atrás com sua palavra, ainda ficou justificando e apontando os prós da situação, mandei ela calar a boca. Se não vai fazer, então não vai fazer, não precisa ficar tagarelando, disse eu. E o assunto morreu. Poxa, fiquei um mês planejando e assitindo tudo que é programa de culinária e no último minuto ela dá pra trás? Sacagem!
Hoje, estava eu bem sossegada almoçando e o telefone toca.
-Oi filha, vai fazer o chocolate?
Virei os olhos como quem diz "cê tá brincando comigo?"
-Vai lá comprar o chocolate e pergunta pra sua tia se ela tem as forminhas.
Disse que ia meio não querendo ir, eu tinha acabado de chegar da rua, o sol a pino, eu já tinha me conformado... Depois que ela desligou eu fiquei pensando se faria ou não. Aí resolvi que ia comprar se minha irmã fosse comigo, claro que ela não é boba e também quer um ovo de Páscoa.
Agora não sei o que fazer com tanto chocolate. 2k é chocolate pra caramba! Fiz duas formas, que na verdade é um ovo: metade chocolate branco, a outra metade chocolate branco com castanha de caju triturada. Nunca tinha feito e estou adorando, vamos ver se desinforma. Espero que sim! Deu até pra fazer bombom, improvisei na forminha de gelo e deu certo. Haja calorias! Aahuahauahuh.

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